sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Vídeos à mancheia: rock, criminologia, literatura e... Direito!


A inclusão digital através de uma Internet de qualidade passou a ser uma das exigências para a democratização e diversidade da informação.
A Associação Juízes para a Democracia, por exemplo (AJD), disponibiliza dezenas de vídeos nos programas:
JUSTIÇA E DEMOCRACIA - transmitido ao vivo pela AllTV todas às sextas-feiras, das 11h00 às 12h00. Neste espaço interativo, especialistas e protagonistas da luta pelos direitos humanos expõem suas ideias e contam suas historias.
DIÁLOGO & ALTERIDADE - um espaço de reflexão que reúne associados e amigos com convidados mais do que especiais.
Clique aqui para visitar o site do projeto.
Assista um dos vídeos:


Outra grande iniciativa é o Direito e Literatura, do Programa de Pós-Graduação em Direito da Unisinos. É um projeto inédito no cenário nacional, com o objetivo de estudar as interfaces entre as duas áreas do conhecimento.
O programa é exibido na TVE-RS e TV Justiça, com a apresentação do professor Lenio Luiz Streck.
Clique aqui para visitar o site do projeto.
Assista um dos vídeos:
 
Por fim, talvez o mais revolucionário dos projetos, o Criminologia de Garagem, desenvolvido por Felipe Moreira de Oliveira (PUCRS), Moysés Pinto Neto (ULBRA) e Salo de Carvalho (UFRGS), editado pelo jornalista Fernando Rotta.
O programa Criminologia de Garagem procura oferecer aos alunos e aos professores das áreas das Ciências Criminais ferramentas para análise e crítica de problemas relacionados com as mais distintas formas de violência. A periodicidade do programa é quinzenal, mas o blog é uma plataforma para constantes debates sobre temas e problemas criminológicos.
Clique aqui para conhecer o blog Criminologia de Garagem.
Assista um dos vídeos:


  PS. Se vc tem conhecimento de outras experiências, divulgue aqui nos comentários...


3 comentários:

Geo disse...

E o Rock Dr.??

Helio disse...

Amartya Sen vincula justiça à vida econômica

Afinal, o que é justiça? Em novo livro, Amartya Sen ganhador do Nobel de Economia sustenta não haver acordo social possível sobre 'sociedade justa'

A palavra justiça parece trivial. Parece. Não é porque temos uma noção de justiça que podemos dizer que existe uma teoria e uma visão unificadora da mesma.Talvez a melhor forma de entender o que ela poderia significar é buscando na vida econômica algum sentido mais universal. É o que faz o Nobel de Economia Amartya Sen em seu último livro, "A Ideia de Justiça". Partindo de uma síntese entre filosofia política e economia, ele se coloca a missão de superar os debates sobre justiça no âmbito metafísico e ideal.
Não há arranjos institucionais universais que ajudem a resolver problemas envolvendo julgamentos de valor; teorias da justiça não são ordenáveis (inexiste a "melhor", a "pior"), dado que elas pressupõem a priori noções incomensuráveis de moralidade. Assim pensa Sen.
Concepções ideais do que constituiria uma sociedade justa não teriam utilidade prática para ajudar a sociedade, por meio do voto, a resolver problemas de políticas públicas. Erraríamos ao aceitar tacitamente uma noção de razão. E, mormente, a aceitação de uma visão unívoca de razão vem acompanhada de um tanto de utopias.
Esse parece ser o caso de Hobbes, Locke e Kant, que elaboraram noções de justiça em torno de algum tipo de contrato social abstrato.
Sen identifica dois problemas sérios com esses tipos de argumento: não há acordo social possível sobre a natureza de uma "sociedade justa". Adicionalmente, como é que nós realmente reconhecemos uma "sociedade justa"?
Grande parte da crítica de Sen é dirigida ao filósofo social-democrata John Rawls, cujo livro "Uma Teoria da Justiça" tornou-se uma referência no debate sobre justiça baseada em utopias abstratas.
Para Sen, tal querela deveria basear-se em construções de consenso em torno do que uma sociedade de carne e osso julga ser razoável.
É impossível deixar de lado o papel, para Sen, do "espectador imparcial" da teoria dos sentimentos morais, de Adam Smith.
Ao contrário dos racionalistas citados, incluindo Rawls, Sen não crê que precisemos de uma concepção de um mundo ideal, só de uma ampla noção de moralidade.
Para entender melhor Sen, vale a pena destacar sua crítica à ideia de que seria possível garantir liberdade para todos sem uma visão de mundo compartilhada que determine isso como desejável.
O chamado Paradoxo de Sen, teorema que lhe garantiu o Nobel, é um paradoxo lógico que parte de outros dois paradoxos, o do Nobel Kenneth Arrow e o do matemático Condorcet.
De acordo com a prova, é impossível ao mesmo tempo ter um acordo social sobre o que é liberdade mínima e máxima eficiência econômica. Falando português: as escolhas que envolvem políticas públicas pressupõem a construção de consensos morais.
Pode-se criticar Sen por adotar um a priori ocidental, que a democracia e a razoabilidade são necessárias para a construção de consensos.
Mas ele tem o mérito de iniciar o debate dos economistas com os filósofos políticos e do direito. Grande livro. Vale a pena, mesmo.

pedro disse...

ola nao sei como da uma palavra de conforto mais deus e tudo e eli esta com vc e com seus filhos sou um coiteense com muito orgulho de te o dr com nos um dia eu voutarei pra minha linda coite troco tudo por isso ate meu trabalho ate mais fim deus esta no nossos coraçoes