Gostei muito da iniciativa. Evidente que o “Proerd” sozinho não resolverá o problema da droga e da violência, mas "qualquer maneira de amor vale a pena”.
A convite do Capitão Lessa, comandante local da Polícia Militar, apresentei aos convidados um resumo sobre a população carcerária brasileira, como forma de justificar a opção pela prevenção. Chega de prender jovens, pobres, negros e analfabetos.
Eis os slides:
A exibição é automática. Se não visualizar com o Internet Explorer, tente o Mozzila Firefox. Para visualizar em "tela cheia", clique no botão (em forma de quadrado) ao lado do contador de slides. Ou, clique aqui para visualizar direto no google docs.
2 comentários:
É impressionante os dados indicados em tal slide. Percebe-se claramente que a população carcerária é uma população enquadrada na PEA (população econômicamente ativa). Onde, provavelmente, por não ter subsidio necessário para manter-se, ou porque nao, viver no mínimo de conforto, comete crime contra o patrimônio(que é responsável por mais de 50% da população). Faltou um dado importante, que provavelmente mostrará que a população carcerária é formada por desempregados, os quais rouba por nao ter condição de comprar e não consegue arrumar emprego. Tal cidadão, por nao conseguir emprego, rouba, depois sai da cadeia com um estigma de "ex-presidiário" e novamente não consegue arrumar emprego. Talvez isso explique tamanha reincidência no Brasil, se não me engano cerga de 40%. Fica clara a "escolha" do nosso sitema por quem prender.
É isso, Diego disse tudo. Meu professor de Direito Penal outro dia comentou sobre a prisão diminuir a tensão social causada pela falta de emprego. Isso contrasta um pouco com o que vivemos no país, enquanto falta mão-de-obra preparada, as cadeias estão lotadas de homens em idade economicamente ativa.
Postar um comentário