
A juíza baiana Luislinda Valois é a entrevistada da 'Muito' deste domingo. Leia trechos que ficaram de fora da revista:
Nasci em Salvador, morava na Av. Barros Reis. Depois meus pais fixaram residência na Capelinha de São Caetano. Minha infância não foi pobre, foi miserável. Eu não escondo nada da minha vida, porque acho que foi um sucesso tão grande depois, que conquistei honestamente. .. A minha casa era de palha, só depois que fomos morar na Capelinha de São Caetano que melhorou um pouco. Minha mãe na época de carnaval fazia algumas fantasias de pierot e aí ganhava um dinheiro, nós passamos a morar na casa de taipa. Só depois que eu fui trabalhar no DNER (Departamento Nacional de Estradas e Rodagem) que consegui construir em cima da casa de taipa a casa de bloco. Aí nós já éramos milionários (risos).
3 comentários:
Sr. Juiz, o sr. é muito lindo.
Parabéns
Agora, entendi o seu nome: Luislinda! É porque a senhor é muito bonita. Havia lido a entrevista no saite dos juízes do RS, sem foto. Aagora, sim!
Qdo. li o depoimento sobre o professor da juíza, meus olhos marejaram. Que falta de sensibilidade!
Grande juíza. Parabéns. Ainda temos "pessoas humanas" e juízes e juízas em Pindorama.
Gostaria de parabenizar pela bela entrevista à Juiza Luislinda Valois, ela mostrou que é uma guerreira, que mesmo tendo um certo poder nas mãos não deixou-se ser dominada por ele,ao contrário demonstra ser uma pessoa sensata, humana que está atenta para procurar ajudar principalmente aqueles que a sociedade marginaliza, não passando a mão pela cabeça ,mas sim punindo-os em forma de prestação de serviços e procurando dar uma chance, talvez nunca a tiverem. Parabén à Doutora ficou demostrado que o preconceito existe ,só que de uma forma disfarçada.Eu me interesso muito pelo assunto "mulher", vejo que a mulher alcançado muitas conquistas no cenário social, mas ainda há muito pelo que lutar,não deixando de ser feminina, sem ternura, mas conquistando nosso lugar ao sol.Vejo que ela está lançando um livro 26/08/2009, deve ser muito interessante, vou procurar lê-lo. Não lhes são dados direitos iguais, mas que através de lutas constantes irão conseguir mudar esse cenário ,essa situação.Atenciosamente Sandra Valois
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